Na véspera do cortejo da latada OqueStrada inauguraram o palco da Praça da Canção. Vindos “directamente de Amesterdão para o Seixal e do Seixal para Coimbra”, conseguiram conquistar o público com o popular fado dos subúrbios
A música de ordem para iniciar o concerto foi “Se Esta Rua Fosse”. Vários elementos do público intrigados pelo contra-bacio, um dos instrumentos mais originais usados na performance, foram-se juntando em frente ao palco. Tiago Duarte foi um dos curiosos, já que o estudante de Engenharia Civil admite que nunca tinha visto o instrumento mas tem “interesse em perceber como funciona”.
Um dos guitarristas da banda, Zeto Feijão, presenteou a plateia com um rap dirigido à cidade de Coimbra em que a ideia principal se resumiu no último verso: “eu canto o que eu falo, eu falo o que eu quero. Qual é o problema?”
Embora animado, o público esperava ouvir o conhecido tema “Oxalá te veja”. Assim que se ouviram as primeiras notas, a música foi imediatamente reconhecida pela assistência que se deixou contagiar pelo ritmo e boa disposição da OqueStrada de Almada. A interpretação do famoso tema “Killing Me Song”, acompanhado pelo acordeão, foi considerada por vários elementos da plateia como original. Contudo a maior surpresa do público foi quando a vocalista Miranda começou a trepar pelas estruturas das laterais do palco para saudar os estudantes.
Assim como deu inicio à prestação do grupo de Almada, o tema “Se Esta Rua Fosse” serviu igualmente para marcar o fim da mesma, isto depois da banda já ter voltado a palco a pedido dos estudantes.






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