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Makongo explica como é “dançar a sério”

O concerto de Makongo iniciou-se pouco depois da uma da manhã quando quatro dançarinos de fato de treino branco invadiram o palco e dançaram hip-hop.

Após a pequena demonstração, entraram em cena Petty, a única presença feminina, Wilson e SP, dois músicos também conhecidos no panorama musical. Para começar, o grupo cantou “Makongo”, fazendo os mais cépticos aderirem ao espírito.

Com o desenrolar do espectáculo, a tenda, que contava com pouca audiência, encheu-se e o ritmo dominou os estudantes. A voz do público fez-se ouvir quando Petty e SP desenrolaram uma “fight” entre homens e mulheres.

Para além do hip-hop, também o beatbox marcou a actuação de Makongo quando Wilson se juntou a SP para interpretar “Maria” de Carlos Santana, dedicando-o às mulheres presentes no recinto, Sweet Dreams dos Eurythmics.

O grupo continuou a cativar o público, desta vez chamando quatro mulheres para irem dançar para o palco. Quando as estudantes saíram, foi a vez de três dançarinas com vestes africanas dançarem ao mesmo estilo, ao som da música “we making money”.

O concerto terminou pelas 2h30 da manhã com a demonstração do projecto “vudu” desenvolvido por SP e um dos dançarinos presentes.

Na conferência de imprensa, os elementos do grupo contaram como tudo começou. A brincadeira sonora entre Wilson, SP e Petty resultou nos Makongo por pedido de um ouvinte que estava presente por acaso. “O grupo ia chamar-se primeiro a Xuxa da Petty, mas o nome era muito grande”, brincou SP.

Petty afirma que o grupo já esperava alcançar a projecção que tem. “Nós entrámos no game mesmo para matar”, declara a cantora.

O grupo ficou satisfeito com a sua actuação e com a adesão dos estudantes.IMG_5111



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