Depois de um concerto animado Sean Riley, Bruno Simões, Filipe Costa e Filipe Rocha falaram de como foi actuar na cidade que viu nascer a banda.
Depois de uma viagem longa, como se sentem a tocar em casa?
Sean Riley (SR) – Já demos alguns concertos cá em Coimbra e sentimos essa ligação, à Universidade, onde estudámos. É muito interessante participar na Festa das Latas.
Como encararam o público de hoje, tendo em conta o cabeça de cartaz (a sua ligação mais “comercial”) e a hora da actuação?
SR - Todos nós sabemos das coisas. É cedo, as pessoas não chegam no ínicio dos concertos, estavamos conscientes disso. Mas encaramos como os outros. Quem está, está. Passamos a mensagem, a nossa música. É uma exposição interessante mesmo para quem não conhece.
E a oportunidade de divulgação da vossa música?
SR – Damos concertos, tentamos chegar ao maior número de pessoas. Tudo tem o seu espaço e o seu tempo.
Como se sentem mais à vontade? Em espaços pequenos ou em grandes tendas?
SR – O sistema de som da Latada é muito bom. Mas tentamos sempre os dois sítios. Gostamos de sítios pequenos mas estamos preparados para todo o tipo de concertos.
A entrada do Filipe Rocha na banda ajudou em que aspectos?
Filipe Costa - Como todas as decisões que tomamos, teve a ver com o ganho da música. Procuramos soluções mais alargadas para o segundo disco.
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