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Conferência de Imprensa de Blind Zero
Vocalista dos Blind Zero

Vocalista dos Blind Zero

Em conferência de imprensa a banda mostrou-se satisfeita com o regresso a Coimbra. Os Blind Zero revelaram que a actuação foi como “escalar uma montanha”. Por Rafaela Carvalho

Primeira banda a abrir a Latada 2009. Como se sentiram?

Vasco Espinheira (VE)- Foi como subir uma montanha. Tocamos porque gostamos e por isso tanto faz estarem muitas ou poucas pessoas a ver. O entusiasmo começou assim que entrámos em palco. Depois o público foi aderindo.

Como foi voltar a Coimbra depois de tantos anos?

Miguel Guedes (MG)- É rever amigos e locais na cidade. Para mim, que estudei cá durante 5 ou 6 anos, foi bom regressar. Visitar sem saudade, sem nostalgia. É sempre especial estar em Coimbra e estar em palco.

Como se sentem do outro lado? Em cima do palco?Concerto Blind Zero

MG- Tendo em conta que já estivemos do lado do público é claro que nos preocupamos com isso. Pensamos sempre um bocadinho nisso antes do concerto porque sabemos como é estar na expectativa do que os artistas prepararam para nós. Mas assim que começamos a tocar tudo isso passa para segundo plano.

Tocaram alguns temas novos. O que poderemos esperar do novo álbum?

MG- O álbum ainda está a ser feito. Tem nome, Luna Park, e músicas, mas ainda está a ser gravado.
Tocámos o single que já passa nas rádios, Slow Time Love. Tocámos um outro tema, Todays. Mas evitamos o temas novos porque o público de uma Latada vem para a diversão, não quer músicas desconhecidas. Quer participar.

Sempre que lançam um novo álbum a sonoridade é reinventada. Isso acontece no Luna Park?

VE-
Claro que sim. Tentamos sempre mudar alguma coisa. Vamos ouvindo coisas novas, músicas más e músicas boas e isso vai-se reflectir no que criamos.



  1. Não tens nada a dizer?



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